
Transformar esta data no Dia Mundial de Combate a AIDS foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids.
No dia de hoje o Ministério da Saúde realiza uma campanha em todo o país com o intuito de exclarecer questões referentes a esta doença e, também, combater o preconceito. A campanha tem tabém foco nas pessoas com idade entre 15 e 24 anos, faixa etária que, segundo o Ministério, mais tem aumentado a incidência de casos de Aids. O Ministério da Saúde intensifica também a campanha de distribuição de preservativos.
Em entrevista a Agência Brasil, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, declarou que um dos principais desafios da campanha sobre a Aids é o preconceito. “É preciso que a população brasileira entenda que o avanço da ciência faz do portador do HIV uma pessoa com doença crônica e não mais alguém com uma sentença de morte. Fazendo o acompanhamento adequado, ela pode ter uma vida normal como qualquer outra pessoa. Pode trabalhar, casar, ter filhos”, disse.
Ainda segundo o ministério, por ano são notificados de 33 a 35 mil novos casos, o que mudaria com a mudança de hábito da população e a maior aceitação do uso de preservativos.
Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Prevenção:
Segundo o Ministério da Saúde, a melhor forma de se prevenir contra a AIDS é por meio do uso de preservativos. A última pesquisa realizada pelo Ministério constatou que 96,6% da população com idade entre 15 e 64 anos sabe que o uso de preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV. E 93,6% sabe que não que a AIDS. Não tem cura. Entretanto, apenas 58,8% usa preservativo em relações casuais.
Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
Fique sabendo:
A AIDS não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
Fontes: Programa Nacional de DST e AIDS do Ministério da Saúde | Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
E a nossa parceira a “Editora Parentese” possui um livro que aborda o tema em um belíssimo romance escrito por Silmara Retti. O livro?
Flash – Você Sabe o que Eu Tenho? (AIDS)
Escritora, mãe e mulher da cidade de Ubatuba. Pérola que desponta no cenário editorial do Brasil como aquela que empunha a bandeira contra o preconceito. Seja ele qual for! Acaba de criar uma jóia pra você. Essa jóia mostra que é possível transpor os obstáculos de uma doença com muita força interior e vontade de viver… Se você é uma dessas pessoas que anda meio desiludida, sem vontade de viver, sem nenhum propósito de vida não pode deixar de ler essa obra. Tenho certeza que ao terminar, sua vida pode tomar outro rumo. Silmara quis mudar… E mudou! Será que o drama apresentado na obra também faz parte da sua vida?
No livro, a questão da AIDS aparece dentro de um belíssimo romance, através de um mergulho profundo na alma do ser humano.
Tags: Campanha, Combate a AIDS, Flash - Você Sabe o que Eu Tenho? (AIDS), Parentese, Silmara Retti
POR André Alves
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